Polêmicas envolvendo Life Is Strange!
O jogo queridinho de muita gente e com uma representatividade foda teve algumas coisas ruins reveladas.
Imagem da capa do jogo Life is Strange: True Colors, com a personagem de cabelos curtos usando fones de ouvido e jaqueta jeans direciona a sua mão para frente em um cenário cheio de cores derivadas como laranja, amarelo, rosa, azul e roxo. Fonte: Precisamos combinar que Life Is Strange é um jogo foda, com uma representatividade foda e uma temática foda, a história e os personagens chamam muito a atenção, mas vocês ficaram sabendo das polêmicas que envolveram esse jogo no início de 2024?
Para vocês que não jogam nada ou que não conhecem Life Is Strange, essa franquia de jogos começou a ser lançada em 2015 pela Square Enix, ela foi desenvolvida pela Don’t Nod Entertainment e conta com seis jogos e um remaster, ele é ganhador de vários prêmios de jogos, recentemente, foi lançado Life Is Strange Double Exposure que contaria a continuação da história de Max Caulfield, a protagonista do primeiro jogo da franquia.
A Don’t Nod é uma desenvolvedora de jogos localizada em Paris, na França, fundada em 2008 por Alain Damasio, eles são conhecidos pela franquia Life Is Strange, Gerda: A Flame in Winter, Vampyr e Twin Mirror. Já a Square Enix é uma desenvolvedora e publicadora japonesa de jogos conhecida por Final Fantasy e NieR: Automata, a empresa foi fundada em Shibuya no ano de 2003 por Yasuhiro Fukushima e Masafumi Miyamoto.
E agora vem a empresa envolvida na treta que é a Deck Nine, uma desenvolvedora de jogos do Colorado, Estados Unidos que foi fundada em 1997 e também está envolvida com os títulos de Life Is Strange, ela foi responsável pelo desenvolvimento do título Life Is Strange: True Colors, lançado em 2021.
Tudo começou quando a Deck Nine recebeu diversas denúncias que viralizaram nas redes sociais no início do ano, onde apontavam apologia ao nazismo e toxicidade no ambiente de trabalho. A matéria do IGN relatava que no início de 2023, quando os desenvolvedores estavam trabalhando em Life Is Strange: True Colors, se depararam com vários símbolos nazistas e decidiram avisar aos seus chefes sobre isso, achando que poderia ser um erro inocente, mas, infelizmente, eles continuaram encontrando outros símbolos bem problemáticos dentro do jogo, e cada vez que mais coisas eram encontradas, mais preocupados os funcionários ficavam porque havia alguém que estava colocando aquelas coisas como um apito de cachorro para supremacistas brancos, afinal, eram símbolos específicos, que quem olha, acha que não é nada, mas para quem conhece bem a história, sabe que qualquer supremacista branco reconheceria de longe e se atrairiam pelo jogo.
As semanas se passaram e a administração continuou quieta, os funcionários ficaram cada vez mais agitados com aquele absurdo, aparentemente, essa não teria sido a primeira vez que os executivos da desenvolvedora não foram capazes de agir quando pessoas marginalizadas dentro de seu quadro de funcionários se sentia inseguro, vários funcionários e ex-funcionários de variados departamentos relataram ao IGN em anônimo que a gestão da Deck Nine, supostamente, deixava uma cultura de trabalho tóxica tomar conta do estúdio há muito tempo e que o alto escalão da empresa protegeu muitos líderes abusivos, encorajou crises e ainda permitiu o bullying de indivíduos que defendiam uma representação autentica dentro do jogo.
Na época próxima ao lançamento do jogo, a Deck Nine estava passando por um descontentamento interno na empresa pelas pessoas prejudicadas, isso estava sendo revertido para a liderança da desenvolvedora, mesmo que os desenvolvedores amassem e acreditassem em Life is Strange, eles lutavam para que os valores que eles promovem com os jogos conciliassem com a cultura na qual os jogos eram feitos.
Além disso, alguns funcionários falaram de forma anônima que as cargas de trabalho da Deck Nine em relação a True Colors tinham horas extras que nunca sumiam, algumas pessoas falaram que trabalharam de 70 a 80 horas por semana durante um mês inteiro direto no jogo e que passaram semanas difíceis para proteger outros membros da equipe, relatando que não era obrigatório, mas que tinha muita coisa que precisava ser feita dentro do prazo previsto.
“Grande parte da crise, dizem os desenvolvedores, foi o resultado direto do relacionamento entre a Deck Nine e a Square Enix. Várias pessoas me disseram que parecia que a Square Enix havia vendido Life is Strange pelo lance mais baixo, e que isso se refletia frequentemente em cronogramas de produção com prazos apertados e orçamentos pequenos. Várias pessoas estavam cientes dos produtores sendo forçados por seus chefes e pela Square Enix a retrabalhar os cronogramas de produção, de modo que parecia que cada marco se enquadrava em um período de desenvolvimento muito limitado, apesar dos argumentos de que isso era impossível. Um dos funcionários chamou a Square Enix — e especificamente, a Square Enix London, com quem a Deck Nine trabalhou diretamente — de “valentões”.”
— IGN
Algumas fontes relataram para o IGN que a Square Enix sempre colocou muita pressão em cima do pessoal e fez com que a toxicidade se espalhasse no ambiente deles, alguns falaram que se sentiram frustrados com a Square Enix porque a empresa era muito prática com o roteiro, a desenvolvedora aparentava estar relutante e hostil com os temas e as ideias que os fãs amam na franquia, por exemplo, durante o desenvolvimento de True Colors, a Square Enix disse para muitos desenvolvedores que não queria que Life Is Strange fosse considerado um “jogo gay”.
A empresa tentou esconder a bissexualidade de Alex, a protagonista de True Colors, nas divulgações do jogo, a desenvolvedora falou que os funcionários não deveriam falar nada sobre a sexualidade de Alex, isso estava nas cópias de revisão, nos guias de imprensa e na divulgação do jogo, até que saíram todas as análises dizendo o quão incrível era finalmente ver um protagonista de jogo que fosse bissexual de forma explícita, isso fez a Square Enix falar brincando que Alex era canonicamente 100% bissexual.
Em meio a várias outras reclamações pertinentes, o nome de Zak Gariss, chefe comercial da Deck Nine, apareceu em muitos parágrafos envolvido em relatos de machismo, transfobia e assédio, pois, supostamente, ele teria um histórico de se aproximar de mulheres mais novas e que estivessem em um cargo mais baixo que o dele, criando alguns cenários onde elas eram impossibilitadas de dizer “não” a ele, isso acontecia tanto no ambiente pessoal como dentro do ambiente de trabalho.
Aparentemente, na época que foram denunciados memes racistas junto com as frases ligadas ao nazismo, os funcionários relataram aos líderes do estúdio, que demoraram oito meses para se atentarem ao caso, foi quando todo o conteúdo que foi apontado finalmente havia sido deletado do jogo, a Deck Nine até havia falado sobre implementar uma política anti-discurso de ódio, mas a verdade é que isso nunca foi implementado, porém, essas menções estavam sendo investigadas, supostamente, por uma empresa que seria especializada em assunto de Recursos Humanos chamada de Investigations Law Group.
A reportagem não para por aí, nela também consta que Zak Garriss também havia, supostamente, agredido verbalmente algumas funcionárias mulheres quando discordaram de suas decisões, após várias brigas com a equipe narrativa, Zak teria se afastado e começou a trabalhar sozinho nas mudanças de roteiro, isso teria acontecido porque ele sugeriu que muitas cenas constrangedoras fossem colocadas na narrativa da história e queria remover um personagem trans. Óbvio que ele ainda quis dar uma de bom, falou que nunca havia trabalhado com roteiristas tão inflexíveis, antagonisticos relacionado a diferenças ou que fossem menos inclinados a não se comprometer quanto os seus colegas e que o trabalho feito pelos outros em True Colors era tão ruim que ele precisou interferir para evitar o cancelamento do jogo…aham, sei…conta outra!
Zak Gariss aparentemente deixou a empresa porque ele quis, mas parece que isso apenas aconteceu depois de várias reclamações sobre ele que foram registradas pelos seus colegas, ele voltou a colaborar com a empresa depois disso, foi o que fez muitos funcionários pedirem demissão e que esse seria um dos motivos das reclamações em relação a liderança da Deck Nine: A demora de tomar alguma medida em meio a algum problema.
A reportagem da IGN é enorme e tem detalhe por detalhe de tudo o que foi denunciado e depois não se obteve mais nenhuma notícia sobre o ocorrido com as denúncias e reclamações, a única coisa que sabemos é que Life Is Strange: Double Exposure foi lançado e a polêmica foi em torno do preço, pois a versão Ultimate permitia os dois primeiros episódios da campanha de forma antecipada, pois a versão mais barata custaria US$ 50 dólares e a mais cara custaria US$ 80 dólares, os fãs calcularam que a diferença de US$ 30 dólares seria o equivalente ao acesso antecipado dos dois primeiros capítulos, uma missão bônus e coisas para a Max, isso fez eles irem as redes sociais e reclamarem da forma como a editora estava tentando tirar mais dinheiro da comunidade. Além disso, também houve uma reclamação em torno da pré-venda, pois o acesso antecipado poderia fazer com que spoilers surgissem e as pessoas se sentiriam obrigados a comprar a versão Ultimate para não pegar spoilers.
Eu gostaria que fosse falado de forma mais aberta sobre o que aconteceu com os funcionários que estavam colocando símbolos nazistas e sobre o que aconteceu com o chefe de estúdio, isso poderia fazer as pessoas entenderem para quem estão dando o seu dinheiro e se a empresa, de fato, fez alguma coisa, pois Life Is Strange é um jogo que desde o primeiro momento trouxe bastante representatividade, é óbvio que as pessoas da comunidade não gostariam de dar dinheiro para uma empresa que, na frente do público é super a favor da representatividade, mas pelas costas, tem funcionários que praticam transfobia livremente sem receber as consequências dos seus atos.
Precisamos combinar que Life Is Strange é um jogo foda, com uma representatividade foda e uma temática foda, a história e os personagens chamam muito a atenção, mas vocês ficaram sabendo das polêmicas que envolveram esse jogo no início de 2024?
Para vocês que não jogam nada ou que não conhecem Life Is Strange, essa franquia de jogos começou a ser lançada em 2015 pela Square Enix, ela foi desenvolvida pela Don’t Nod Entertainment e conta com seis jogos e um remaster, ele é ganhador de vários prêmios de jogos, recentemente, foi lançado Life Is Strange Double Exposure que contaria a continuação da história de Max Caulfield, a protagonista do primeiro jogo da franquia.
A Don’t Nod é uma desenvolvedora de jogos localizada em Paris, na França, fundada em 2008 por Alain Damasio, eles são conhecidos pela franquia Life Is Strange, Gerda: A Flame in Winter, Vampyr e Twin Mirror. Já a Square Enix é uma desenvolvedora e publicadora japonesa de jogos conhecida por Final Fantasy e NieR: Automata, a empresa foi fundada em Shibuya no ano de 2003 por Yasuhiro Fukushima e Masafumi Miyamoto.
E agora vem a empresa envolvida na treta que é a Deck Nine, uma desenvolvedora de jogos do Colorado, Estados Unidos que foi fundada em 1997 e também está envolvida com os títulos de Life Is Strange, ela foi responsável pelo desenvolvimento do título Life Is Strange: True Colors, lançado em 2021.
Tudo começou quando a Deck Nine recebeu diversas denúncias que viralizaram nas redes sociais no início do ano, onde apontavam apologia ao nazismo e toxicidade no ambiente de trabalho. A matéria do IGN relatava que no início de 2023, quando os desenvolvedores estavam trabalhando em Life Is Strange: True Colors, se depararam com vários símbolos nazistas e decidiram avisar aos seus chefes sobre isso, achando que poderia ser um erro inocente, mas, infelizmente, eles continuaram encontrando outros símbolos bem problemáticos dentro do jogo, e cada vez que mais coisas eram encontradas, mais preocupados os funcionários ficavam porque havia alguém que estava colocando aquelas coisas como um apito de cachorro para supremacistas brancos, afinal, eram símbolos específicos, que quem olha, acha que não é nada, mas para quem conhece bem a história, sabe que qualquer supremacista branco reconheceria de longe e se atrairiam pelo jogo.
As semanas se passaram e a administração continuou quieta, os funcionários ficaram cada vez mais agitados com aquele absurdo, aparentemente, essa não teria sido a primeira vez que os executivos da desenvolvedora não foram capazes de agir quando pessoas marginalizadas dentro de seu quadro de funcionários se sentia inseguro, vários funcionários e ex-funcionários de variados departamentos relataram ao IGN em anônimo que a gestão da Deck Nine, supostamente, deixava uma cultura de trabalho tóxica tomar conta do estúdio há muito tempo e que o alto escalão da empresa protegeu muitos líderes abusivos, encorajou crises e ainda permitiu o bullying de indivíduos que defendiam uma representação autentica dentro do jogo.
Na época próxima ao lançamento do jogo, a Deck Nine estava passando por um descontentamento interno na empresa pelas pessoas prejudicadas, isso estava sendo revertido para a liderança da desenvolvedora, mesmo que os desenvolvedores amassem e acreditassem em Life is Strange, eles lutavam para que os valores que eles promovem com os jogos conciliassem com a cultura na qual os jogos eram feitos.
Além disso, alguns funcionários falaram de forma anônima que as cargas de trabalho da Deck Nine em relação a True Colors tinham horas extras que nunca sumiam, algumas pessoas falaram que trabalharam de 70 a 80 horas por semana durante um mês inteiro direto no jogo e que passaram semanas difíceis para proteger outros membros da equipe, relatando que não era obrigatório, mas que tinha muita coisa que precisava ser feita dentro do prazo previsto.
“Grande parte da crise, dizem os desenvolvedores, foi o resultado direto do relacionamento entre a Deck Nine e a Square Enix. Várias pessoas me disseram que parecia que a Square Enix havia vendido Life is Strange pelo lance mais baixo, e que isso se refletia frequentemente em cronogramas de produção com prazos apertados e orçamentos pequenos. Várias pessoas estavam cientes dos produtores sendo forçados por seus chefes e pela Square Enix a retrabalhar os cronogramas de produção, de modo que parecia que cada marco se enquadrava em um período de desenvolvimento muito limitado, apesar dos argumentos de que isso era impossível. Um dos funcionários chamou a Square Enix — e especificamente, a Square Enix London, com quem a Deck Nine trabalhou diretamente — de “valentões”.”
— IGN
Algumas fontes relataram para o IGN que a Square Enix sempre colocou muita pressão em cima do pessoal e fez com que a toxicidade se espalhasse no ambiente deles, alguns falaram que se sentiram frustrados com a Square Enix porque a empresa era muito prática com o roteiro, a desenvolvedora aparentava estar relutante e hostil com os temas e as ideias que os fãs amam na franquia, por exemplo, durante o desenvolvimento de True Colors, a Square Enix disse para muitos desenvolvedores que não queria que Life Is Strange fosse considerado um “jogo gay”.
A empresa tentou esconder a bissexualidade de Alex, a protagonista de True Colors, nas divulgações do jogo, a desenvolvedora falou que os funcionários não deveriam falar nada sobre a sexualidade de Alex, isso estava nas cópias de revisão, nos guias de imprensa e na divulgação do jogo, até que saíram todas as análises dizendo o quão incrível era finalmente ver um protagonista de jogo que fosse bissexual de forma explícita, isso fez a Square Enix falar brincando que Alex era canonicamente 100% bissexual.
Em meio a várias outras reclamações pertinentes, o nome de Zak Gariss, chefe comercial da Deck Nine, apareceu em muitos parágrafos envolvido em relatos de machismo, transfobia e assédio, pois, supostamente, ele teria um histórico de se aproximar de mulheres mais novas e que estivessem em um cargo mais baixo que o dele, criando alguns cenários onde elas eram impossibilitadas de dizer “não” a ele, isso acontecia tanto no ambiente pessoal como dentro do ambiente de trabalho.
Aparentemente, na época que foram denunciados memes racistas junto com as frases ligadas ao nazismo, os funcionários relataram aos líderes do estúdio, que demoraram oito meses para se atentarem ao caso, foi quando todo o conteúdo que foi apontado finalmente havia sido deletado do jogo, a Deck Nine até havia falado sobre implementar uma política anti-discurso de ódio, mas a verdade é que isso nunca foi implementado, porém, essas menções estavam sendo investigadas, supostamente, por uma empresa que seria especializada em assunto de Recursos Humanos chamada de Investigations Law Group.
A reportagem não para por aí, nela também consta que Zak Garriss também havia, supostamente, agredido verbalmente algumas funcionárias mulheres quando discordaram de suas decisões, após várias brigas com a equipe narrativa, Zak teria se afastado e começou a trabalhar sozinho nas mudanças de roteiro, isso teria acontecido porque ele sugeriu que muitas cenas constrangedoras fossem colocadas na narrativa da história e queria remover um personagem trans. Óbvio que ele ainda quis dar uma de bom, falou que nunca havia trabalhado com roteiristas tão inflexíveis, antagonisticos relacionado a diferenças ou que fossem menos inclinados a não se comprometer quanto os seus colegas e que o trabalho feito pelos outros em True Colors era tão ruim que ele precisou interferir para evitar o cancelamento do jogo…aham, sei…conta outra!
Zak Gariss aparentemente deixou a empresa porque ele quis, mas parece que isso apenas aconteceu depois de várias reclamações sobre ele que foram registradas pelos seus colegas, ele voltou a colaborar com a empresa depois disso, foi o que fez muitos funcionários pedirem demissão e que esse seria um dos motivos das reclamações em relação a liderança da Deck Nine: A demora de tomar alguma medida em meio a algum problema.
A reportagem da IGN é enorme e tem detalhe por detalhe de tudo o que foi denunciado e depois não se obteve mais nenhuma notícia sobre o ocorrido com as denúncias e reclamações, a única coisa que sabemos é que Life Is Strange: Double Exposure foi lançado e a polêmica foi em torno do preço, pois a versão Ultimate permitia os dois primeiros episódios da campanha de forma antecipada, pois a versão mais barata custaria US$ 50 dólares e a mais cara custaria US$ 80 dólares, os fãs calcularam que a diferença de US$ 30 dólares seria o equivalente ao acesso antecipado dos dois primeiros capítulos, uma missão bônus e coisas para a Max, isso fez eles irem as redes sociais e reclamarem da forma como a editora estava tentando tirar mais dinheiro da comunidade. Além disso, também houve uma reclamação em torno da pré-venda, pois o acesso antecipado poderia fazer com que spoilers surgissem e as pessoas se sentiriam obrigados a comprar a versão Ultimate para não pegar spoilers.
Eu gostaria que fosse falado de forma mais aberta sobre o que aconteceu com os funcionários que estavam colocando símbolos nazistas e sobre o que aconteceu com o chefe de estúdio, isso poderia fazer as pessoas entenderem para quem estão dando o seu dinheiro e se a empresa, de fato, fez alguma coisa, pois Life Is Strange é um jogo que desde o primeiro momento trouxe bastante representatividade, é óbvio que as pessoas da comunidade não gostariam de dar dinheiro para uma empresa que, na frente do público é super a favor da representatividade, mas pelas costas, tem funcionários que praticam transfobia livremente sem receber as consequências dos seus atos.
Comentários
Postar um comentário