As polêmicas de Min Hee-jin.
A salvadora para o NEWJEANS está envolvida em muitos processos, não apenas com a HYBE.
Quando falei da situação do NEWJEANS, mencionei uma CEO que foi uma peça chave nessa virada das meninas contra a gravadora e a agência, mas o que eu não sabia é que tinham muitas coisas sobre a ex-CEO da ADOR também, notícias e dossiês da Revista KoreaIN também, então vocês sabem que quando tem dossiê é porque a fofoca é enorme, então vamos lá.
Primeiro, vocês precisam saber que a Min Hee-jin é uma diretora de arte e designer gráfica sul-coreana, ela já foi diretora criativa da SM Entertainment, onde foi responsável pela marca dos grupos Girls' Generation, SHINee, f(x), EXO e Red Velvet, se formou em design gráfico na Seoul Women’s University.
Em Abril de 2024, quando era CEO da agência e gravadora ADOR que é uma subsidiária da HYBE Corporation, ela se envolveu em uma disputa com a empresa que estampou diversas manchetes e isso prometia envolver, até mesmo, o NEWJEANS, que realmente envolveu e afetou de alguma forma.
A Min foi contratada em 2019 pela HYBE e depois foi nomeada CEO do selo ADOR, foi quando a agência começou a trabalhar para debutar o NEWJEANS, mas além das controvérsias que já conhecemos no texto sobre o grupo que envolvem a letra de Cookie e o MV de OMG, uma outra confusão também envolveu a CEO.
Em Março de 2024, a HYBE através da BELIFT LAB debutou um grupo chamado ILLIT, que foi formado no programa R U NEXT, elas conquistaram as paradas com a música Magnetic, conseguindo o selo Perfect All-Kill, mas a internet começou a notar que o ILLIT e o NEWJEANS eram semelhantes e isso não passou despercebido por Min Hee-jin.
Com os rumores da ADOR querer se tornar um selo independente e as acusações de plágio, a HYBE contra-atacou a ADOR e abriu uma auditoria, pois ela era dona de 80% das ações da gravadora enquanto os outros 20% pertenciam a Min Hee-jin e os outros gerentes, por isso, a HYBE teria pedido uma reunião com os acionistas para ver os registros de contabilidade da ADOR, nomeou um novo diretor para o selo, foi quando a Min Hee-jin teria recebido o documento que pedia para que ela deixasse o cargo de CEO.
A Min Hee-jin se defendeu através de uma declaração na conta da ADOR comentando o assunto do ILLIT ter copiado o NEWJEANS, além de responsabilizar a HYBE, que deveria proteger o grupo. O problema é que a Dispatch entrou na briga, como ela sempre faz, postando um passo a passo de como Min Hee-jin se tornou a mentora do NEWJEANS.
Segundo a Dispatch, as meninas do NEWJEANS teriam recebido o treinamento da SOURCE MUSIC até 2021 na supervisão de Min Hee-jin, que estava as preparando para a estreia, porém, ela parecia já haver demonstrado que queria montar a sua própria empresa, foi quando a ADOR começou a nascer, depois disso, a Min Hee-jin moveu as cinco trainees para a ADOR quando abriu a empresa e pagou todos os valores que foram investidos no treinamento delas para SOURCE MUSIC, e mesmo se apresentando como a principal mentora por trás do grupo, a Min Hee-jin não falava sobre o período que o NEWJEANS passou pela mentoria do CEO da SOURCE MUSIC. Nesse momento, foi quando a Dispatch pesou o discurso, alegando que a Min Hee-jin, supostamente, tirou proveito do sistema de treinamento da HYBE e as ações dela fizeram ela ser creditada caso o NEWJEANS se tornasse um sucesso, mas se falhassem, as dívidas seriam cobertas apenas pela HYBE.
Ainda em Abril, a HYBE anunciou os resultados da auditoria, afirmando que estava fazendo uma denúncia formal contra a Min Hee-jin por quebra de confiança, além disso, a HYBE revelou uma conversa entre a Min Hee-jin e uma pessoa que foi identificada como “A” que seria vice-presidente da ADOR.
A HYBE alegou que Min Hee-jin, supostamente, tinha um plano de usurpar o controle da gerência, com provas digitais que continham informações sobre o suposto plano de confiscar o controle da agência e contatar investidores de fora, além de admitir que documentos para atacar a HYBE teriam sido escritos durante a investigação. Após isso, a Min Hee-jin foi a público esclarecer o assunto, declarando que a HYBE parecia querer vê-la morta, falando que não foi confirmado que ela foi culpada, e que não faz sentido dizer que ela tinha roubado os direitos da agência por dinheiro. Ela também respondeu a acusação feita pela Dispatch, alegando que as meninas do NEWJEANS não foram tiradas da SOURCE MUSIC, elas foram selecionadas em uma audição feita pela HYBE, mas a empresa bloqueou as promoções para lançar o LE SSERAFIM antes.
A HYBE respondeu as declarações da Min Hee-jin em uma segunda nota, dizendo que ela estava mentindo tanto que não tinha como detalhar tudo, afirmando que ela distorceu os fatos usando a linha do tempo e mostrando uma interpretação distorcida publicamente, afirmando que podiam refutar as falas com provas, mas eles não mencionariam porque elas não eram dignas de serem respondidas.
Julho chegou e Min Hee-jin divulgou através de uma declaração oficial que entrou com ações judiciais contra vários executivos da HYBE depois que a Dispatch publicou o artigo a acusando de roubar as integrantes do NEWJEANS da SOURCE MUSIC, as ações miravam contra o CEO da HYBE, o Presidente do Comitê de Auditoria, o Diretor Jurídico, o Diretor Financeiro e o Diretor de Comunicação por difamação, além de obstrução de negócios, acesso não autorizado a registros eletrônicos e violação da Lei de Promoção da Utilização de Redes de Informações e Comunicações e Proteção de Informações.
Depois disso, a HYBE anunciou que iam responder o processo de Min Hee-jin mostrando um pedido de reconvenção e negou as alegações dela, afirmando que ela nunca enviou ativos de informação para a empresa, não cumpriu nenhuma auditoria, a HYBE afirmou que nunca realizou exame forense em um laptop devolvido de Min Hee-jin e dois vice-CEOs submeteram os seus ativos de informação de forma voluntária, a HYBE nunca teria adquirido os ativos usando a força. Também alegaram que a Min Hee-jin teria enviado os documentos de trabalho junto com as conversas para terceiros usando o e-mail comercial da HYBE e isso teria permanecido nos servidores da empresa, o destinatário foi identificado como um funcionário do alto escalão de uma empresa parceira, inclusive, Min Hee-jin teria consentido com o processamento das suas informações pessoais quando entrou na HYBE e esse fato teria sido divulgado na audiência de liminar.
Em Agosto de 2024, uma reviravolta acontece, a ADOR anuncia que a Min Hee-jin não seria mais a CEO da agência, mas ela ainda produziria o conteúdo do NEWJEANS como diretora interna da ADOR, mas quando as meninas do NEWJEANS fizeram a transmissão ao-vivo no Youtube dando um ultimato para a HYBE recontratar Min Hee-jin como CEO da ADOR, a Min Hee-jin entrou com uma liminar em Setembro para conseguir uma recondução como diretora interna e CEO da ADOR.
A empresa emitiu uma declaração onde afirmaram que iriam convocar uma assembleia geral de acionistas para renomear a Min Hee-jin como diretora interna, relatando que a ADOR já havia proposto a ela que assumisse o comando da produção do NEWJEANS pelos próximos cinco anos, o que cobriria o período restante do contrato do grupo.
Porém, o conselho dos diretores da ADOR não achou aceitável o pedido de retorno da Min Hee-jin como CEO naquele momento e dadas as garantias básicas estabelecidas de posição, duração e autoridade como produtora responsável do NEWJEANS, eles esperavam que mais negociações ocorressem no futuro em relação a condições específicas.
A Min Hee-jin não deixou barato e lançou outra declaração, alegando estar desconfiando que estender o seu mandato como CEO com um contrato falho não ia garantir as atividades normais do NEWJEANS como artistas, por isso, ela teria expressado de forma clara a sua intenção de retornar como CEO, pedindo um contrato concreto para a HYBE que refletisse a sua sinceridade, porém, veio a tona que a empresa teria se envolvido em atividades da mídia com a intenção de minar as conquistas de seus artistas tentando dividir Min Hee-jin do NEWJEANS e que estavam profundamente irritados com as mentiras proferidas pela ADOR para manipular a opinião pública.
Em Outubro, a ADOR anunciou que havia renomeado Min Hee-jin como diretora interna da empresa, essa decisão teria sido tomada na assembleia de acionistas, ela continuaria como diretora interna por mais três anos, começando o seu mandato em Novembro daquele ano. Mas Novembro chegou, e Min Hee-jin divulgou uma declaração anunciando que estava se demitindo do cargo de diretora interna da ADOR, além de rescindir o contrato de acionista com a HYBE, e que responsabilizaria legalmente a empresa por violar o acordo, ela tomaria as medidas legais necessárias contra as atividades ilegais que teriam sido cometidas pela HYBE e as afiliadas.
Ela falou que a HYBE não refletiu as ações, apenas fez alegações falsas absurdas e divulgou publicamente uma vergonhosa auditoria ilegal, a incriminando com uma acusação bizarra de adquirir o controle da gerência, além de lançar ataques ignorantes e irracionais.
Após a declaração de renúncia, a ADOR divulgou apenas que lamentava o aviso de renúncia unilateral de Min Hee-jin e que a empresa faria o máximo possível para dar apoio ao NEWJEANS para que o grupo continuasse a crescer.
Dezembro chegou e os representantes legais de Min Hee-jin anunciaram que ela teria entrado com um processo de difamação contra dois repórteres da Dispatch e contra o, naquele momento, ex-CEO da HYBE, além do chefe de relações públicas da HYBE. Os advogados afirmaram que o motivo da denúncia contra o ex-CEO e contra o Chefe de RP seria por terem usado conversas privadas coletadas de forma ilegal para formar uma opinião negativa sobre ela, e os repórteres foram denunciados por escrever histórias falsas, mesmo estando cientes das intenções da HYBE.
Esse relatório postado pela Dispatch foi divulgado quatro dias depois que o NEWJEANS anunciou que haviam encerrado seus contratos exclusivos com a ADOR, onde a agência refutou que os contratos ainda estavam de pé.
Em Janeiro de 2025, uma mediação de um processo ocorreu, mas foi de uma ex-funcionária da ADOR contra Min Hee-jin, onde ela buscava conseguir, aproximadamente, 75 mil dólares que seria o equivalente a cerca de 460 mil reais por difamação e falsas alegações.
Ela acusou a Min Hee-jin de danos secundários depois que foi assediada sexualmente pelo ex-vice presidente da ADOR, se a Min Hee-jin admitisse o erro e oferecesse um pedido formal de desculpas, a ex-funcionária aceitaria um acordo.
Vocês lembram daquela acusação de que o ILLIT teria plagiado o NEWJEANS? Pois então, a BELIFT LAB entrou com uma ação judicial contra a Min Hee-jin em Maio de 2024, acusando ela de interferir nos negócios e por difamar causando danos a empresa e aos artistas da BELIFT LAB com falsas alegações unilaterais.
O CEO da empresa alegou na época que Min Hee-jin teria feito isso para atrasar a ação civil que a BELIFT LAB tinha contra ela, mas a defesa da ex-CEO da ADOR negou, afirmando que haviam antigas declarações da BELIFT LAB em vídeo que eram falsas e processariam a empresa pelos danos que poderiam causar com esse vídeo
Em Janeiro de 2025 aconteceu o primeiro julgamento desse processo da BELIFT LAB contra a Min Hee-jin, onde a empresa pediu 2 bilhões de wons, que seria, aproximadamente, 1,37 milhão de dólares como indenização, durante esse julgamento, o advogado da empresa negou as acusações de plágio de novo, afirmando que tem padrões estabelecidos, e dependendo dos movimentos executados pela pessoa, eles podem ser avaliados como diferentes, e que na coreografia do K-Pop, existem movimentos repetidos que seriam considerados naturais da indústria, o que importava era que cada grupo mostrasse sua individualidade para atrair o público, porém, Min Hee-jin teria alegado que esses movimentos eram dela de forma errônea.
Cortando para Março de 2025, o Tribunal Distrital Central de Seul ordenou que quatro pessoas pagassem uma indenização para a Min Hee-jin por ataques ofensivos e insultosos, que ocorreu em Junho de 2024 quando ela denunciou oito pessoas por postar comentários maldosos contra ela, exigindo 3 milhões de wons para cada pessoa, mas o Tribunal ordenou que fosse pago entre 50 mil wons e 100 mil wons.
Ultimamente, as pessoas estão falando que a Min Hee-jin teria perdido o processo da ex-funcionária da ADOR contra ela, segundo o K-DAN, a Justiça do Trabalho fez ela pagar multas consideráveis, aparentemente, a ex-funcionária deu quatro chances para a ex-CEO, mas ela recusou todas, inclusive, dizendo que a ex-funcionária não era flor que se cheire, estava tentando difamar o nome de Min Hee-jin, também alegando que a moça era lenta em atividades simples. Além disso, a Min Hee-jin já perdeu quatro processos, inclusive aqueles da HYBE contra ela, no qual ela teve que vender o seu carro para pagar as indenizações.
No caso da ex-funcionária da ADOR, uma investigação foi realizada onde descobriram que a Min Hee-jin teria violado parte da lei, recebendo um aviso prévio de imposição de uma penalidade, as alegações incluíam assédio no local de trabalho, suspeita de envolvimento tendencioso em um caso de assédio sexual relacionado ao vice-CEO e uma suspeita de assédio no local de trabalho relacionado ao vice-CEO que agora estava deixando a empresa.
Atualização:
Em Julho de 2025, a Delegacia de Polícia de Yongsan, localizada em Seul, anunciou que a Min Hee-jin foi inocentada das denúncias feitas pela HYBE por quebra de confiança ocupacional e o caso não seria encaminhado para a promotoria já que eles haviam concluído que não houve suspeita de crime. Após essa decisão, um representante legal da ex-CEO emitiu uma declaração afirmando que após mais de um ano de investigação policial, foi determinado que não havia ilegalidades por parte de Min Hee-jin em relação a essas acusações.
A HYBE também emitiu uma nota afirmando que mandariam imediatamente uma objeção para o Ministério Público, pois novos acontecimentos ocorreram durante a investigação, como a rescisão contratual do NEWJEANS, além que muitas provas foram apresentadas em processos relacionados a esse assunto e o Tribunal teria adotado uma postura muito séria em relação as atitudes da ex-CEO baseado nessas provas, e que o Tribunal Superior de Seul chegou a determinar que Min Hee-jin estava em posição de destruir de forma intencional a estrutura integrada que seria a premissa do contrato de exclusividade, então a agência pretendia contestar a decisão por meio de uma objeção.
Além disso, a HYBE também mencionou sobre o processo em que Min Hee-jin e outros teriam acusado cinco membros da diretoria deles por abuso de confiança ocupacional e difamação, onde as autoridades haviam decidido não encaminhar o caso para a promotoria porque não tinham encontrado nenhuma acusação, pois as autoridades teriam relatado que as alegações da HYBE não deveriam ser facilmente consideradas falsas, não aparentavam terem sido feitas com a intenção de caluniar, visto que eram de interesse público, e que as conversas do KakaoTalk teriam sido obtidas através de uma autoridade legítima em meio a um processo de auditoria, e também deixaram claro que todas as queixas e acusações indiscriminadas que foram apresentadas pela ex-CEO da ADOR e os seus associados contra a HYBE, os executivos e os funcionários das afiliadas, também resultaram em não serem encaminhadas ao Ministério Público como quando a Min Hee-jin acusou a gerência e os diretores executivos da BELIFT LAB de difamação e falsa acusação, quando a Team Bunnies acusou a administração da BELIFT LAB de violar a Utilização de Rede de Informação e Comunicação e também no caso do CEO da Dolphiners Films acusando a atual administração da ADOR de violar a Utilização de Rede de Informação e Comunicação, terminando a nota afirmando que nenhum desses casos mencionados foram mandados para o Ministério Público ou arquivados.
Atualização 2026:
No dia 24 de Fevereiro de 2026, ficamos sabendo pela Revista KoreaIn que no dia anterior, a Dispatch se envolve novamente na confusão ao publicar uma reportagem investigativa enorme sobre a Min Hee-jin e um suposto plano de encerrar o contrato do NEWJEANS, onde mostraram algumas mensagens da ex-CEO com a mãe de uma das integrantes do grupo, além de detalhes sobre a apresentação na ComplexCon.
Essa não foi a única acusação feita pela Dispatch contra Min Hee-jin, o portal também alegou que ela poderia estar envolvida na preparação do comunicado para a imprensa, determinando o momento e o método de distribuição, mesmo que o NEWJEANS tenha divulgado a declaração, a ex-CEO supostamente pode ter sido uma redatora fantasma, com a transmissão sendo conduzida por ela, que ficou nos bastidores dirigindo, tanto que alguns repórteres do portal afirmaram que conseguiram depoimentos que falavam sobre a Min Hee-jin ter escrito pessoalmente o roteiro da coletiva do NEWJEANS e teria apresentado isso para as integrantes. Também, na época, o grupo teria falado que iria manter a programação que havia sido acordada previamente, mas elas voltaram atrás no dia seguinte, informando a ADOR que queriam suspender as atividades, e no dia 29 de Novembro do mesmo ano, elas declararam que ia ser difícil filmar o conteúdo exclusivo para o fã-clube japonês, boicotando o kit do fã-clube, as felicitações de Ano Novo e até as fotos para as IDs, elas estavam viajando para o Japão para se encontrar com Goh Kazumichi, que é conhecido pela sua ascendência nobre japonesa, e que a Min Hee-jin teria as levado até lá, pois aparentemente, a ex-CEO e Goh se conhecem desde 2024 e o encontro não havia sido apenas social, o portal afirma que ela estava precisando de dinheiro na época e por isso que ela foi apresentada para ele, ela ligou para as integrantes do NEWJEANS pedindo para que elas fossem para Tóquio e organizou esse encontro porque ele era um grande fã do grupo, então a Dispatch sugere que Min Hee-jin se aproveitou do fato de Goh Kazumichi ser fã do NEWJEANS, afinal, elas teriam se encontrado três vezes com esse senhor, uma vez em Janeiro, depois em Março e Abril, chegando a comemorar o aniversário dele, enviando presentes e cartas escritas à mão, uma fonte afirmou ao portal que Min Hee-jin teria dito para as meninas que ele era uma pessoa importante, o que fez as integrantes continuarem céticas, mas mesmo assim, se prepararam de forma adequada.
Em Março de 2025, sob o nome de NJZ, o grupo chegou a lançar uma música chamada Pit Stop e rolaram especulações de que a faixa era uma homenagem para esse cara, principalmente porque a ComplexCon de Hong Kong também estaria sendo liderada, supostamente, pela Min Hee-jin e Goh Kazumachi, um magnata japonês do automobilismo, que acreditava que "o pit stop decide tudo".
A Dispatch chegou a confirmar nessa matéria que a apresentação das meninas no ComplexCon aconteceu como a ex-CEO havia planejado e a 50ª Divisão de Assuntos Cíveis do Tribunal Distrital Central de Seul chegou a perguntar no dia 7 de Março de 2025 como as meninas do, agora, NJZ tinham se preparado para o show e a equipe do NEWJEANS teria ocultado o nome de Min Hee-jin, supostamente, eles teriam enganado o Tribunal segundo o portal, pois alegaram que a organizadora estava fornecendo apoio, que eles ainda não tinham contratado uma produtora ou agência para a realização da apresentação, que fariam isso apenas quando a liminar fosse emitida e a questão fosse resolvida, por enquanto, a organizadora estava só fornecendo a equipe necessária, porém, a Dispatch afirmou ter conseguido um contrato assinado pelo NEWJEANS e a ComplexCon Hong Kong, onde os honorários de apresentação do grupo havia sido de US$ 350 mil e os honorários da consultoria havia sido de US$ 500 mil. Eles também afirmaram que os pais das meninas e a ex-CEO chegaram a discutir o contrato em uma sala de bate-papo em grupo junto com os advogados, todos assinaram no dia 18 de Dezembro de 2024, só que a Min Hee-jin não teria usado o seu nome para evitar problemas de adulteração, essa apresentação acabou servindo como uma base promocional para as atividades independentes, seguindo em frente com a apresentação mesmo sem a decisão judicial e lançaram Pit Stop com o nome NJZ e a Dispatch também afirmou que a Min Hee-jin queria mostrar Bonnie Chan Woo nesse mesmo show, que é uma figura de destaque na indústria da cultura popular chinesa, ela é CEO da Complex China e organiza shows em Hong Kong, a Bonnie também teria enviado uma proposta de compra para a HYBE em Outubro de 2024.
Os relatos feitos na reportagem dizem que a Bonnie teria falado que queria comprar 80% das ações da Ador por 400 bilhões de wons, mas com uma condição: a cessão de 100% de todos os direitos relativos aos contratos e operações dos artistas, acrescentando que ela tinha conversado sobre isso com os representantes do NEWJEANS e que elas haviam dito que não tinham a intenção de voltar, mesmo que elas perdessem o processo por quebra de contrato e se ela adquirisse as ações deles, elas voltariam imediatamente para as suas atividades, que incluíam shows e produções musicais, isso faz a reportagem questionar quem eram os representantes do grupo e afirmaram que a Min Hee-jin estava constantemente envolvida no processo referente a tomadas de decisões como uma mão invisível que prolongava a disputa do NEWJEANS.
Em 21 de Março de 2025, o Tribunal concedeu a liminar que foi pedida pela ADOR, preservando o seu status como agência do NEWJEANS e isso acabou interrompendo as atividades do grupo como independente, se mantendo em uma situação onde não podiam mais sair da ADOR para continuar com as atividades individuais, só que no dia 23 de Março daquele mesmo ano, o NEWJEANS anunciou a participação no ComplexCon como NJZ, o que a Dispatch afirma obter as supostas mensagens que foram trocadas entre a ex-CEO e a mãe de uma das integrantes, que seria a mãe da Danielle Marsh, essa conversa sugeria a criação de uma história que enfatizasse a pressão psicológica e a ansiedade relacionada as participações ligadas com a ADOR, onde Min Hee-jin teria aconselhado que uma breve declaração fosse publicada na conta de relações públicas do NJZ e teria se oferecido para revisar a redação, o portal acha que isso foi uma tentativa de criar justificativas para anular o contrato de exclusividade alegando sofrimento emocional e que ela tentou anular a liminar do Tribunal se baseando no mérito, alegando danos psicológicos e afirmando que as meninas se sentiam desconfortáveis quando a ADOR estava presente, justificando a invalidação do contrato, o Tribunal chegou a reconhecer que as discussões sobre independência aconteceram, mas foram cessadas depois que a HYBE começou aquela auditoria em 2024 e a ex-CEO garantiu 25,5 milhões de wons na conta porque os planos não foram executados.
A reportagem foi concluída com a Dispatch afirmando que, mesmo certos planos não sendo executados, isso só aconteceu porque foram expostos e não porque foram abandonados e que na versão dos fatos dela, a ex-CEO saiu ilesa financeiramente, mas infelizmente o NEWJEANS não.
Ela aproveitou e pediu para a Dispatch se lembrar que ela tem o direito de contestar as alegações deles quando publicavam reportagens e que eles parassem de publicar fake news, que eles respeitassem a ética jornalística, afirmando que o portal seria responsabilizado civil e criminalmente até o limite máximo da lei pelas reportagens falsas sobre DAVOLINK e pela matéria que havia saído naquele dia, os demais portais que copiassem o artigo da Dispatch em busca de visualizações também seriam responsabilizados porque ela estava cansada disso.
Em sua declaração, ela diz que mesmo 25,6 bilhões de wons sendo um valor enorme no qual muitas pessoas teriam pouco contato, mesmo se dedicando a vida inteira para isso, e que para ela também viria a calhar esse dinheiro já que estava recomeçando e é um recurso muito precioso, ela diz que tem um valor que ela almeja com mais afinco do que essa soma colossal e foi por causa dessa proposta que ela organizou aquela coletiva de imprensa direcionada para a HYBE e que de todos os motivos, as integrantes do NEWJEANS eram a razão mais urgente e sincera, afinal, ela não conseguia mais ver o grupo em uma situação onde em vez das cinco integrantes estarem felizes no palco, uma está no palco e a outra está no tribunal porque todas as integrantes e os fãs sofreriam com isso, além disso, ela afirma que existem coisas mais valiosas para ela do que o dinheiro e agora com a sua sinceridade comprovada, ela quer mostrar que existem valores maiores do que o dinheiro, além disso, o local em que ela e a HYBE pertencem é no palco de criação e não nos tribunais.
Após o seu discurso de seis minutos, ela saiu imediatamente do local e não abriu sessão de perguntas ou quaisquer comentários adicionais, o seu advogado afirmou em uma coletiva de imprensa anterior que também compareceu ao evento, mas saiu logo após a fala dela.
Sobre a menção que ela fez da integrante que está enfrentando os tribunais, ela se refere a Danielle Marsh, uma das integrantes do NEWJEANS, que teve a sua saída confirmada pela ADOR no final de Dezembro de 2025 após o NEWJEANS retornar para os braços da agência, a moça junto com uma parente dela, que se desconfia ser a mãe, foram processadas pela HYBE que está pedindo uma indenização de 43,1 bilhões de wons, esse processo também tem o envolvimento de Min Hee-jin.
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