As polêmicas de Min Hee-jin.

 A salvadora para o NEWJEANS está envolvida em muitos processos, não apenas com a HYBE.

Imagem de mulher segurando um microfone em mãos com os cabelos amarrados para trás com um boné azul escuro com o símbolo LA em branco e uma camisa azul piscina com listras brancas bem espaçadas. Min Hee-Jin. Fonte: https://www.nme.com/news/music/min-hee-jin-ador-board-member-three-more-years-3804554

Quando falei da situação do NEWJEANS, mencionei uma CEO que foi uma peça chave nessa virada das meninas contra a gravadora e a agência, mas o que eu não sabia é que tinham muitas coisas sobre a ex-CEO da ADOR também, notícias e dossiês da Revista KoreaIN também, então vocês sabem que quando tem dossiê é porque a fofoca é enorme, então vamos lá.

Primeiro, vocês precisam saber que a Min Hee-jin é uma diretora de arte e designer gráfica sul-coreana, ela já foi diretora criativa da SM Entertainment, onde foi responsável pela marca dos grupos Girls' GenerationSHINeef(x)EXO e Red Velvet, se formou em design gráfico na Seoul Women’s University.

“Min ingressou na SM Entertainment em 2002 como designer gráfica. Mais tarde, ela foi promovida a diretora criativa e liderou a marca visual de grupos como Girls’ Generation, SHINee, f(x), EXO e Red Velvet. Sua função envolveu supervisionar o planejamento e produção da capa do álbum, figurinos e videoclipes, bem como construir a identidade da marca da artista por meios não visuais. Por exemplo, ela criou uma exposição para comemorar o lançamento do álbum 4 Walls (2015) do grupo feminino f(x) e envolveu os fãs em um jogo dedutivo intitulado “Pathcode” como parte das promoções do álbum Exodus (2015) do EXO. Durante sua gestão na SM, ela recebeu atenção por sua abordagem inovadora e experimental à direção de arte, que diferia do estilo estereotipado usado pelos ídolos do K-pop da primeira geração. Min é creditada por mudar a direção visual da indústria do K-pop para se tornar mais voltada para o conceito, e é particularmente conhecida por seu trabalho no álbum Pink Tape de 2013 do f(x). Ela ingressou no conselho de administração da SM em 2017, mas deixou a empresa no final de 2018 devido ao esgotamento.”

— Wikipédia

Em Abril de 2024, quando era CEO da agência e gravadora ADOR que é uma subsidiária da HYBE Corporation, ela se envolveu em uma disputa com a empresa que estampou diversas manchetes e isso prometia envolver, até mesmo, o NEWJEANS, que realmente envolveu e afetou de alguma forma.

A Min foi contratada em 2019 pela HYBE e depois foi nomeada CEO do selo ADOR, foi quando a agência começou a trabalhar para debutar o NEWJEANS, mas além das controvérsias que já conhecemos no texto sobre o grupo que envolvem a letra de Cookie e o MV de OMG, uma outra confusão também envolveu a CEO.

Em Março de 2024, a HYBE através da BELIFT LAB debutou um grupo chamado ILLIT, que foi formado no programa R U NEXT, elas conquistaram as paradas com a música Magnetic, conseguindo o selo Perfect All-Kill, mas a internet começou a notar que o ILLIT e o NEWJEANS eram semelhantes e isso não passou despercebido por Min Hee-jin.

Com os rumores da ADOR querer se tornar um selo independente e as acusações de plágio, a HYBE contra-atacou a ADOR e abriu uma auditoria, pois ela era dona de 80% das ações da gravadora enquanto os outros 20% pertenciam a Min Hee-jin e os outros gerentes, por isso, a HYBE teria pedido uma reunião com os acionistas para ver os registros de contabilidade da ADOR, nomeou um novo diretor para o selo, foi quando a Min Hee-jin teria recebido o documento que pedia para que ela deixasse o cargo de CEO.

A Min Hee-jin se defendeu através de uma declaração na conta da ADOR comentando o assunto do ILLIT ter copiado o NEWJEANS, além de responsabilizar a HYBE, que deveria proteger o grupo. O problema é que a Dispatch entrou na briga, como ela sempre faz, postando um passo a passo de como Min Hee-jin se tornou a mentora do NEWJEANS.

“Tudo começou em 2017 quando Minji se juntou à Source Music como trainee. Na época, a agência sequer estava sob comando da HYBE. Em 2019, já após o conglomerado adquirir a Source, foi a vez de Hanni entrar para o time. Haerin e Danielle assinaram seus contratos em 2020 enquanto Hyein foi a última a fazê-lo.”

— Revista KoreaIN

Segundo a Dispatch, as meninas do NEWJEANS teriam recebido o treinamento da SOURCE MUSIC até 2021 na supervisão de Min Hee-jin, que estava as preparando para a estreia, porém, ela parecia já haver demonstrado que queria montar a sua própria empresa, foi quando a ADOR começou a nascer, depois disso, a Min Hee-jin moveu as cinco trainees para a ADOR quando abriu a empresa e pagou todos os valores que foram investidos no treinamento delas para SOURCE MUSIC, e mesmo se apresentando como a principal mentora por trás do grupo, a Min Hee-jin não falava sobre o período que o NEWJEANS passou pela mentoria do CEO da SOURCE MUSIC. Nesse momento, foi quando a Dispatch pesou o discurso, alegando que a Min Hee-jin, supostamente, tirou proveito do sistema de treinamento da HYBE e as ações dela fizeram ela ser creditada caso o NEWJEANS se tornasse um sucesso, mas se falhassem, as dívidas seriam cobertas apenas pela HYBE.

Ainda em Abril, a HYBE anunciou os resultados da auditoria, afirmando que estava fazendo uma denúncia formal contra a Min Hee-jin por quebra de confiança, além disso, a HYBE revelou uma conversa entre a Min Hee-jin e uma pessoa que foi identificada como “A” que seria vice-presidente da ADOR.

A HYBE alegou que Min Hee-jin, supostamente, tinha um plano de usurpar o controle da gerência, com provas digitais que continham informações sobre o suposto plano de confiscar o controle da agência e contatar investidores de fora, além de admitir que documentos para atacar a HYBE teriam sido escritos durante a investigação. Após isso, a Min Hee-jin foi a público esclarecer o assunto, declarando que a HYBE parecia querer vê-la morta, falando que não foi confirmado que ela foi culpada, e que não faz sentido dizer que ela tinha roubado os direitos da agência por dinheiro. Ela também respondeu a acusação feita pela Dispatch, alegando que as meninas do NEWJEANS não foram tiradas da SOURCE MUSIC, elas foram selecionadas em uma audição feita pela HYBE, mas a empresa bloqueou as promoções para lançar o LE SSERAFIM antes.

“Além do impacto pessoal em Min, o NewJeans também estaria sofrendo com toda a crise. Segundo a CEO, as integrantes ligaram para ela e choraram por 20 minutos. Além disso, a mãe de uma delas disse que a opinião do público havia mudado completamente e pediu que Min contasse tudo. Em lágrimas, Min disse: “Não tenho mais que cuidar do NewJeans. Não tenho tal desejo. O que tenho a ver com o NewJeans? Não é assim, mas o NewJeans é como um filho para mim, então sinto-me dessa maneira. É triste deixar minhas filhas na HYBE e ir”.”

— Revista KoreaIN

A HYBE respondeu as declarações da Min Hee-jin em uma segunda nota, dizendo que ela estava mentindo tanto que não tinha como detalhar tudo, afirmando que ela distorceu os fatos usando a linha do tempo e mostrando uma interpretação distorcida publicamente, afirmando que podiam refutar as falas com provas, mas eles não mencionariam porque elas não eram dignas de serem respondidas.

Julho chegou e Min Hee-jin divulgou através de uma declaração oficial que entrou com ações judiciais contra vários executivos da HYBE depois que a Dispatch publicou o artigo a acusando de roubar as integrantes do NEWJEANS da SOURCE MUSIC, as ações miravam contra o CEO da HYBE, o Presidente do Comitê de Auditoria, o Diretor Jurídico, o Diretor Financeiro e o Diretor de Comunicação por difamação, além de obstrução de negócios, acesso não autorizado a registros eletrônicos e violação da Lei de Promoção da Utilização de Redes de Informações e Comunicações e Proteção de Informações.

“Os acusados se envolveram repetidamente na divulgação não autorizada de conversas por mensagens privadas e de informações pessoais obtidas ilegalmente, editando-as maliciosamente para se adequarem à sua narrativa. Em abril, os acusados ​​adquiriram à força computadores portáteis de trabalho de propriedade da ADOR sob o pretexto de “auditar uma subsidiária da empresa-mãe” com a intenção de remover Min Hee Jin do seu cargo de CEO depois de seus dois relatórios internos denunciando irregularidades. Através disso, eles obtiveram mensagens pessoais do KakaoTalk. Além disso, eles examinaram forensemente um laptop que Min Hee Jin havia reiniciado e devolvido em 2022, quando ela ingressou na ADOR, adquirindo ilegalmente conversas pessoais não relacionadas ao trabalho. Além disso, o acusado editou e distorceu as conversas pessoais obtidas para criar e distribuir comunicados de imprensa com informações falsas sobre a gestão e o desempenho profissional de Min Hee Jin, gerando assim uma opinião pública negativa sobre ela.”

— Declaração da ADOR traduzida pela Revista KoreaIN

Depois disso, a HYBE anunciou que iam responder o processo de Min Hee-jin mostrando um pedido de reconvenção e negou as alegações dela, afirmando que ela nunca enviou ativos de informação para a empresa, não cumpriu nenhuma auditoria, a HYBE afirmou que nunca realizou exame forense em um laptop devolvido de Min Hee-jin e dois vice-CEOs submeteram os seus ativos de informação de forma voluntária, a HYBE nunca teria adquirido os ativos usando a força. Também alegaram que a Min Hee-jin teria enviado os documentos de trabalho junto com as conversas para terceiros usando o e-mail comercial da HYBE e isso teria permanecido nos servidores da empresa, o destinatário foi identificado como um funcionário do alto escalão de uma empresa parceira, inclusive, Min Hee-jin teria consentido com o processamento das suas informações pessoais quando entrou na HYBE e esse fato teria sido divulgado na audiência de liminar.

Em Agosto de 2024, uma reviravolta acontece, a ADOR anuncia que a Min Hee-jin não seria mais a CEO da agência, mas ela ainda produziria o conteúdo do NEWJEANS como diretora interna da ADOR, mas quando as meninas do NEWJEANS fizeram a transmissão ao-vivo no Youtube dando um ultimato para a HYBE recontratar Min Hee-jin como CEO da ADOR, a Min Hee-jin entrou com uma liminar em Setembro para conseguir uma recondução como diretora interna e CEO da ADOR.

A empresa emitiu uma declaração onde afirmaram que iriam convocar uma assembleia geral de acionistas para renomear a Min Hee-jin como diretora interna, relatando que a ADOR já havia proposto a ela que assumisse o comando da produção do NEWJEANS pelos próximos cinco anos, o que cobriria o período restante do contrato do grupo.

Porém, o conselho dos diretores da ADOR não achou aceitável o pedido de retorno da Min Hee-jin como CEO naquele momento e dadas as garantias básicas estabelecidas de posição, duração e autoridade como produtora responsável do NEWJEANS, eles esperavam que mais negociações ocorressem no futuro em relação a condições específicas.

A Min Hee-jin não deixou barato e lançou outra declaração, alegando estar desconfiando que estender o seu mandato como CEO com um contrato falho não ia garantir as atividades normais do NEWJEANS como artistas, por isso, ela teria expressado de forma clara a sua intenção de retornar como CEO, pedindo um contrato concreto para a HYBE que refletisse a sua sinceridade, porém, veio a tona que a empresa teria se envolvido em atividades da mídia com a intenção de minar as conquistas de seus artistas tentando dividir Min Hee-jin do NEWJEANS e que estavam profundamente irritados com as mentiras proferidas pela ADOR para manipular a opinião pública.

“A declaração também menciona a entrevista que o programa de rádio “Kim Hyun Jung’s News Show”, da CBS, fez com o repórter Jang Hyung Woo do Seoul Shinmun na manhã de hoje. Na entrevista, o repórter revelou um telefonema com um representante de relações públicas da HYBE supostamente minimizando as conquistas do NewJeans, alegando que as integrantes do grupo sofreram gaslighting da ex-CEO da ADOR e divulgando conversas de Min Hee Jin com terceiros. Depois que o programa foi ao ar, a HYBE divulgou uma declaração refutando as alegações do repórter.”

— Revista KoreaIN

Em Outubro, a ADOR anunciou que havia renomeado Min Hee-jin como diretora interna da empresa, essa decisão teria sido tomada na assembleia de acionistas, ela continuaria como diretora interna por mais três anos, começando o seu mandato em Novembro daquele ano. Mas Novembro chegou, e Min Hee-jin divulgou uma declaração anunciando que estava se demitindo do cargo de diretora interna da ADOR, além de rescindir o contrato de acionista com a HYBE, e que responsabilizaria legalmente a empresa por violar o acordo, ela tomaria as medidas legais necessárias contra as atividades ilegais que teriam sido cometidas pela HYBE e as afiliadas.

— Declaração de Min Hee-jin traduzida pela Revista KoreaIN

Ela falou que a HYBE não refletiu as ações, apenas fez alegações falsas absurdas e divulgou publicamente uma vergonhosa auditoria ilegal, a incriminando com uma acusação bizarra de adquirir o controle da gerência, além de lançar ataques ignorantes e irracionais.

Após a declaração de renúncia, a ADOR divulgou apenas que lamentava o aviso de renúncia unilateral de Min Hee-jin e que a empresa faria o máximo possível para dar apoio ao NEWJEANS para que o grupo continuasse a crescer.

Dezembro chegou e os representantes legais de Min Hee-jin anunciaram que ela teria entrado com um processo de difamação contra dois repórteres da Dispatch e contra o, naquele momento, ex-CEO da HYBE, além do chefe de relações públicas da HYBE. Os advogados afirmaram que o motivo da denúncia contra o ex-CEO e contra o Chefe de RP seria por terem usado conversas privadas coletadas de forma ilegal para formar uma opinião negativa sobre ela, e os repórteres foram denunciados por escrever histórias falsas, mesmo estando cientes das intenções da HYBE.

“A Dispatch relatou na segunda-feira (02) que Min estava manipulando as integrantes do NewJeans para se libertarem da HYBE, e que ela até “tentou seduzir” executivos da HYBE no passado para atingir seus objetivos. O meio de comunicação levantou suspeitas de que a transmissão ao vivo em que o NewJeans solicitou a reintegração de Min, bem como a aparição da membro da NewJeansHanni, na auditoria da Assembleia Nacional, foram dirigidos por Min.”

— Revista KoreaIN

Esse relatório postado pela Dispatch foi divulgado quatro dias depois que o NEWJEANS anunciou que haviam encerrado seus contratos exclusivos com a ADOR, onde a agência refutou que os contratos ainda estavam de pé.

Em Janeiro de 2025, uma mediação de um processo ocorreu, mas foi de uma ex-funcionária da ADOR contra Min Hee-jin, onde ela buscava conseguir, aproximadamente, 75 mil dólares que seria o equivalente a cerca de 460 mil reais por difamação e falsas alegações.

Ela acusou a Min Hee-jin de danos secundários depois que foi assediada sexualmente pelo ex-vice presidente da ADOR, se a Min Hee-jin admitisse o erro e oferecesse um pedido formal de desculpas, a ex-funcionária aceitaria um acordo.

Vocês lembram daquela acusação de que o ILLIT teria plagiado o NEWJEANS? Pois então, a BELIFT LAB entrou com uma ação judicial contra a Min Hee-jin em Maio de 2024, acusando ela de interferir nos negócios e por difamar causando danos a empresa e aos artistas da BELIFT LAB com falsas alegações unilaterais.

“Afirmamos claramente que as alegações de plágio levantadas por Min Hee Jin contra o girlgroup ILLIT não são verdadeiras. Apresentamos às autoridades judiciais provas que podem provar que estas alegações são falsas e, mesmo que isso demore algum tempo, esclareceremos a verdade através de procedimentos legais adequados.”

— Declaração da BELIFT LAB traduzida pela Recreio.

Em Novembro, a Min Hee-jin não deixou barato para a BELIFT LAB, entrando com um processo de 3,57 milhões de dólares, que seria, aproximadamente, 20,7 milhões de reais por difamação contra o CEO da BELIFT LAB, o vice-CEO da BELIFT LAB, o treinador vocal e o diretor criativo.

O CEO da empresa alegou na época que Min Hee-jin teria feito isso para atrasar a ação civil que a BELIFT LAB tinha contra ela, mas a defesa da ex-CEO da ADOR negou, afirmando que haviam antigas declarações da BELIFT LAB em vídeo que eram falsas e processariam a empresa pelos danos que poderiam causar com esse vídeo

Em Janeiro de 2025 aconteceu o primeiro julgamento desse processo da BELIFT LAB contra a Min Hee-jin, onde a empresa pediu 2 bilhões de wons, que seria, aproximadamente, 1,37 milhão de dólares como indenização, durante esse julgamento, o advogado da empresa negou as acusações de plágio de novo, afirmando que tem padrões estabelecidos, e dependendo dos movimentos executados pela pessoa, eles podem ser avaliados como diferentes, e que na coreografia do K-Pop, existem movimentos repetidos que seriam considerados naturais da indústria, o que importava era que cada grupo mostrasse sua individualidade para atrair o público, porém, Min Hee-jin teria alegado que esses movimentos eram dela de forma errônea.

Cortando para Março de 2025, o Tribunal Distrital Central de Seul ordenou que quatro pessoas pagassem uma indenização para a Min Hee-jin por ataques ofensivos e insultosos, que ocorreu em Junho de 2024 quando ela denunciou oito pessoas por postar comentários maldosos contra ela, exigindo 3 milhões de wons para cada pessoa, mas o Tribunal ordenou que fosse pago entre 50 mil wons e 100 mil wons.

“O tribunal determinou que os palavrões usados pelos quatro dos réus contra Min constituíam ataques pessoais desdenhosos, e não apenas expressões de opinião. As acusações contra os outros quatro réus, no entanto, foram rejeitadas, pois seus comentários foram considerados “não extremamente maliciosos e relativamente leves”.”

— Revista KoreaIN

Ultimamente, as pessoas estão falando que a Min Hee-jin teria perdido o processo da ex-funcionária da ADOR contra ela, segundo o K-DAN, a Justiça do Trabalho fez ela pagar multas consideráveis, aparentemente, a ex-funcionária deu quatro chances para a ex-CEO, mas ela recusou todas, inclusive, dizendo que a ex-funcionária não era flor que se cheire, estava tentando difamar o nome de Min Hee-jin, também alegando que a moça era lenta em atividades simples. Além disso, a Min Hee-jin já perdeu quatro processos, inclusive aqueles da HYBE contra ela, no qual ela teve que vender o seu carro para pagar as indenizações.

No caso da ex-funcionária da ADOR, uma investigação foi realizada onde descobriram que a Min Hee-jin teria violado parte da lei, recebendo um aviso prévio de imposição de uma penalidade, as alegações incluíam assédio no local de trabalho, suspeita de envolvimento tendencioso em um caso de assédio sexual relacionado ao vice-CEO e uma suspeita de assédio no local de trabalho relacionado ao vice-CEO que agora estava deixando a empresa.

“O Escritório do Trabalho reconheceu parcialmente o assédio no local de trabalho da Sra. Min apresentado pela Sra. B. O Escritório do Trabalho disse: “Julga-se que as observações feitas pela Sra. Min a Sra. B excederam continuamente o escopo de seu trabalho e podem causar dor física ou mental ao peticionário ou piorar o ambiente de trabalho, constituindo assédio no local de trabalho”.”

— Daily NewsRoom

Atualização:

Em Julho de 2025, a Delegacia de Polícia de Yongsan, localizada em Seul, anunciou que a Min Hee-jin foi inocentada das denúncias feitas pela HYBE por quebra de confiança ocupacional e o caso não seria encaminhado para a promotoria já que eles haviam concluído que não houve suspeita de crime. Após essa decisão, um representante legal da ex-CEO emitiu uma declaração afirmando que após mais de um ano de investigação policial, foi determinado que não havia ilegalidades por parte de Min Hee-jin em relação a essas acusações.

A HYBE também emitiu uma nota afirmando que mandariam imediatamente uma objeção para o Ministério Público, pois novos acontecimentos ocorreram durante a investigação, como a rescisão contratual do NEWJEANS, além que muitas provas foram apresentadas em processos relacionados a esse assunto e o Tribunal teria adotado uma postura muito séria em relação as atitudes da ex-CEO baseado nessas provas, e que o Tribunal Superior de Seul chegou a determinar que Min Hee-jin estava em posição de destruir de forma intencional a estrutura integrada que seria a premissa do contrato de exclusividade, então a agência pretendia contestar a decisão por meio de uma objeção.

Além disso, a HYBE também mencionou sobre o processo em que Min Hee-jin e outros teriam acusado cinco membros da diretoria deles por abuso de confiança ocupacional e difamação, onde as autoridades haviam decidido não encaminhar o caso para a promotoria porque não tinham encontrado nenhuma acusação, pois as autoridades teriam relatado que as alegações da HYBE não deveriam ser facilmente consideradas falsas, não aparentavam terem sido feitas com a intenção de caluniar, visto que eram de interesse público, e que as conversas do KakaoTalk teriam sido obtidas através de uma autoridade legítima em meio a um processo de auditoria, e também deixaram claro que todas as queixas e acusações indiscriminadas que foram apresentadas pela ex-CEO da ADOR e os seus associados contra a HYBE, os executivos e os funcionários das afiliadas, também resultaram em não serem encaminhadas ao Ministério Público como quando a Min Hee-jin acusou a gerência e os diretores executivos da BELIFT LAB de difamação e falsa acusação, quando a Team Bunnies acusou a administração da BELIFT LAB de violar a Utilização de Rede de Informação e Comunicação e também no caso do CEO da Dolphiners Films acusando a atual administração da ADOR de violar a Utilização de Rede de Informação e Comunicação, terminando a nota afirmando que nenhum desses casos mencionados foram mandados para o Ministério Público ou arquivados.


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