Lá vem o Seungri de novo
Acusado do Burning Sun está na boca do povo novamente.
Imagem de homem com cabelos pretos e curtos usando um terno. Seungri, ex-membro do BIGBANG. Fonte: https://www.estadao.com.br/cultura/musica/astro-do-k-pop-anuncia-saida-do-entretenimento/
Há um tempo, eu contei aqui no blog sobre o caso Burning Sun, de vez em quando ele aparece por aqui para relembrar do maior absurdo que ocorreu na Coreia do Sul. Falei sobre o que aconteceu, falei que a Goo Hara ajudou nas investigações e agora, Seungri aparece na mídia novamente com mais uma nova suspeita.
No texto sobre o escândalo, comentei que o cantor Seungri administrava o clube e os grupos do KakaoTalk, também falei que ele foi solto em 2023 cumprindo uma sentença de 1 ano e 6 meses de prisão, até então, não se sabia muita coisa sobre o que ele estava fazendo depois disso, mas agora um repórter revelou alguns arquivos através de um vídeo no Youtube que deixa todos decepcionados, mas não surpresos.
Segundo a Revista KoreaIn, o repórter Oh Hyuk-jin postou um vídeo intitulado "Hwang Ha-na, Seungri, Park Yoo-chun: o repórter Oh Hyuk-jin revela seus arquivos de investigação exclusivos" em seu canal no Youtube chamado Jirit Jirit onde ele revelou uma investigação referente a atividades criminais no Camboja feito por esses três indivíduos mencionados no título: Hwang Ha-na, Seungri e Park Yoo-chun.
O repórter falou sobre as atividades recentes do ex-cantor afirmando que, supostamente, recebeu relatos de que Seungri teria se envolvido com lavadores de dinheiro, membros de organizações de phishing por voz e pessoas ligadas a cassinos, além de alegações sobre Seungri estar participando de festas com figuras importantes de complexos criminosos de Camboja.
Hyuk-jin especulou que discussões sobre negócios podem ter acontecido durante algumas reuniões, pois parece que Seungri estava tentando viabilizar alguns projetos parecidos com um segundo Burning Sun em Camboja, porém, o presidente da empresa na qual ele confiava foi preso e os relatos afirmam que esse homem está se preparando para ser extraditado para a China, então não se sabe se ainda tem alguém que possa dar apoio financeiro para Seungri.
O repórter também acrescentou que mesmo Seungri mantendo uma base de fãs forte no Japão, a reputação que ele tinha na Coreia do Sul desmoronou totalmente, no Sudeste Asiático, ele ainda está sendo reconhecido como um ex-membro do BIGBANG e aparentemente ele estaria tentando usar essa imagem para se envolver em negócios criminosos, pelo que esse Hyuk-jin entendeu, Seungri estaria viajando de forma constante, principalmente na Tailândia e outros países.
Essa não teria sido a primeira vez que o nome de Seungri foi mencionado em esquemas ilegais no Camboja, pois a Revista KoreaIN afirma que o nome do ex-cantor voltou a ser mencionado na imprensa recentemente por causa de crimes contra sul-coreanos no país, pois o bar Prince Brewing, supostamente administrado pela empresa sino-cambojana Prince Holdings, foi acusada de estar envolvida em crimes graves por lá, isso fez o bar fechar as portas e revelaram que Seungri era um frequentador do local.
Claro que a relação entre Seungri, o bar Prince Brewing e a empresa Prince Holdings gerou vários rumores revelando que Seungri frequentava festas com membros do alto escalão e estava tentando criar um segundo Burning Sun, e mesmo que a Prince Brewing seja considerada uma parte da Prince Holdings, tem relatos de que ela operava apenas como cervejaria e bar.
Comentários
Postar um comentário